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‘JN’ aponta possível contradição na versão de Bolsonaro sobre reunião ministerial

Luiz Rodrigues

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A guerra de versões sobre o que foi dito em uma reunião ministerial do presidente Jair Bolsonaro, em que ele teria sugerido trocar a Superintendência da Polícia Federal (PF) do Rio de Janeiro e, até mesmo, o ministro da Justiça para proteger sua família, ganhou um novo capítulo devido a uma reportagem exibida pelo “Jornal Nacional”, da TV Globo, nesta sexta-feira (15).

A apuração do JN apontou uma possível contradição em relação ao que o presidente tem dito sobre o que aconteceu naquela reunião, ocorrida no dia 22 de abril.

Para se defender das acusações, feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, Bolsonaro tem afirmado que, ao dizer que queria proteger sua família, se referia a integridade física deles, função do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e não proteção contra às investigações conduzidas pela PF sobre os filhos do presidente.

Ainda nessa linha, o presidente disse que na hora que falou que trocaria até o ministro, se necessário, a “ameaça” era para o general Augusto Heleno, do GSI.

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Jornal Nacional confronta versão de Jair Bolsonaro

Porém, o que foi mostrado pelo telejornal foi que o presidente não apresentava insatisfação com os membros do GSI.

Segundo o JN, 28 dias antes da reunião, Bolsonaro promoveu o general André Laranja Sá Correa, diretor do Departamento de Segurança Presidencial, e, ainda, colocou o ‘número dois’ da diretoria no lugar de André.

A reunião, que originou todos esses questionamentos, foi gravada em vídeo e o material está sob perícia da Polícia Federal.

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