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Conexão Repórter 27/01/2020 – Possível inocência de homem acusado

Leandro

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No “Conexão Repórter” desta segunda-feira, dia 27/01, veja como um homem, funcionário de uma multinacional, músico e estudante universitário, foi parar na prisão acusado de estar envolvido em um assassinato.

Roberto Cabrini revela os detalhes de um caso que pode ter colocado um inocente atrás das grades. O jornalístico viaja a Taubaté e entrevista Antônio Carlos dos Santos Jr., conhecido como Tonhão, que se diz injustiçado, preso por um crime que alega não ter cometido.

Acusado de integrar uma quadrilha que fuzilou e assassinou uma jovem fisioterapeuta em 2014, Tonhão foi preso um mês depois sob alegação de que teria fornecido as armas para o crime. Tudo aconteceu na pequena Cruzeiro, vizinha a Taubaté, onde muitos afirmam que ele é inocente. Tonhão diz que estaria pagando o preço da cor de sua pele.

Multidões se mobilizam por ele e, do interior da prisão às ruas. Do outro lado, o delegado que investigou o caso diz estar convencido da culpa de Tonhão. Cabrini investiga os detalhes do caso e vai atrás de fatos que podem inocentar Tonhão.

O “Conexão Repórter” vai ao ar logo após mais uma edição do “Programa do Ratinho”, começando a partir das 23h30 (horário de Brasília), no SBT.

Leandro Mendonça é o nosso Editor Chefe. Formado em Administração pela Faculdade Latino Americana de Educação (FLATED). Teve passagem pelo RD1 Audiência, e atualmente também colabora no site NaTelinha, contribuindo com otimização SEO.

2 Comments

2 Comments

  1. Avatar

    Juliana Ferreira André neris

    28 de janeiro de 2020 at 00:23

    Boa noite os meus sobrinhos está passando por uma acusao tbm estao preso inocente igual Tonhão uma senhora disse que eles a roubaram mil reais chegou na casa da minha irmã três viaturas procurando eles sabendo que eles nem pelo.local passaram na revista não acharam.nada e chegaram prendendo eles a eles se quer saber de nada a mulher disse que reconheceu mas o marido não.disse que a esposa não.enxerga direito eles estão presos a dois meses em Iperó sp e muita coisa não batem a cor da roupa e sao morenos TD indica que a cor tbm negro e vagabundo ladrão e a PM fica a 15 minutos da cidade até esse bairro chegaram na casa da minha irmã em cinco minutos engraçado né estão lá

  2. Avatar

    Nerci Bergmann

    28 de janeiro de 2020 at 21:21

    Tonhão não é o único réu preso injustamente. Aqui em santa Catarina temos um réu cumprindo pena de 14 anos de prisão, por um crime que não cometeu. Apesar de ter sido apurada a autoria do crime, ele continua preso…

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